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Primeiro Encontro de Gerações reúne descendentes da família Reis em Leopoldina


LEOPOLDINA

Descendentes vindos de várias cidades prestigiaram o evento.

No último dia 4 de novembro, sábado, a família REIS promoveu em Leopoldina o Primeiro Encontro de Gerações, reunindo aproximadamente 90 descendentes diretos de Gabriel Ribeiro dos Reis (Papai Bié ), casado com Matilde de Andrade dos Santos (Mãe Tide), no final do século XIX. O evento foi realizado no Recanto dos Lagos, que foi decorado para a confraternização. Através de fotografias dos antepassados da família a história dos Reis foi contada, proporcionando boas recordações aos mais velhos e despertando nos mais jovens o interesse sobre aqueles personagens que fazem parte das suas origens. A confraternização teve início às 13h00 e foi registrada pelo Jornal O Vigilante Online.

História

Há muito tempo, precisamente em 1723, vieram dos Açores três irmãs: Antônia, Julia Maria e Helena Maria. Eram chamadas das “Três Ilhoas de Minas” e deram origem a vários troncos familiares… Os Junqueira, Resende, Meireles, Vilella, Carvalho, Figueiredo e REIS. Este último será nosso protagonista!

Nesta época era comum os casamentos consanguíneos, fortalecendo os elos familiares e suas fortunas. Um dos frutos destas uniões, o bisneto de uma das três irmãs, de grande renome no Brasil Imperial, Gabriel Francisco Junqueira foi deputado e teve enorme importância no Movimento Republicano. Anos mais tarde, com seus trabalhos reconhecidos por Pedro II, recebeu o título de Barão de Alfenas. Casou-se com Constança Inacia de Andrade Reis de cuja prole descendemos.

O Barão de Alfenas foi um empresário rural que conduziu seus empreendimentos com grande maestria. Foi ele quem iniciou a criação, seleção e desenvolvimento da raça Mangalarga, segundo informações familiares, a partir de um cavalo dado a ele, presente do imperador. Também foi pioneiro na criação e desenvolvimento dos cães da raça Fila Brasileiro.

Hoje aqui estamos, descendentes diretos de um de seus bisnetos, Gabriel Ribeiro dos Reis (Papai Bié ), casado com Matilde de Andrade dos Santos (Mãe Tide), no final do século XIX.

Papai Bié e Mãe Tide moraram em São Vicente Ferrer, na Fazenda do Espraiado e, como num filme épico, em determinado momento, mudaram-se para a Fazenda do Paraíso, em Volta Grande, na margem esquerda do rio Paraíba do Sul. Fazenda essa que povoa o imaginário das gerações seguintes… Casario enorme com alpendres voltados para o rio, sete terreiros de pedra para café, roda d’água gerando energia, assoalho e teto trabalhados em madeira de lei, portas almofadadas em couro, lustres de cristais importados, jardins suspensos, cavalariças, mangueirões para porcos, currais com um belo rebanho holandês, cafezais a perder de vista, uma mata que fazia juz a bela região da mata mineira! Foram 400 alqueires de felicidade por muitos anos! Tempo suficiente para suas histórias permearem as lembranças e fantasias de todos que ainda estamos por aqui! 

O casal teve 10 filhos: Francisco, Harold, Maria Claudina, Osmar, José, Gabriel, Mariana, Silvia, Silvio e Olga, nossos queridos pais, tios e avós… Foi por meio deles que conhecemos grande parte das histórias aqui contadas…

Fotos: Família Reis/Acervo

Segundo eles, a vida no interior não tinha muito atrativo social, às vezes era mesmo um pouco enfadonha, por isso Papai Bié e Mãe Tide mantinham uma casa em Porto Novo, e chegaram a ter um apartamento na Av. Atlântica no Leme.

Mais ou menos na década de 30 o Rio de Janeiro se espelhava na cidade Luz. Paris era uma referência para as senhoritas e senhoras das grandes fazendas. Elas sonhavam em passear pela Avenida Rio Branco e o Hotel Avenida, no centro, era o must! O Teatro Municipal e toda a magia da cidade grande era ponto certo das meninas do Papai Bié e também de suas noras!

Com o passar dos anos, alguns filhos deixaram a fazenda para se dedicarem a outras atividades profissionais e, com isso, a família, aos poucos, foi migrando para outras cidades. Com a morte dos mais velhos, naturalmente, houve um afastamento físico, e agora, com a maravilha da internet e suas redes sociais, todo aquele amor e legado ressurgiram, com toda força, proporcionando esse reencontro maravilhoso das cinco gerações seguintes!

Os tempos são outros, muita coisa mudou, menos o sentimento de amizade e companheirismo, herança maior de nossa geração… Agora, somos mais ou menos duzentos descendentes a perpetuar essa história de amor iniciada há 125 anos por Gabriel e Matilde. Demos continuidade e muitas outras histórias nasceram desta autoria…. Mudaram os nomes e as narrativas, mas todos nós carregamos a herança do amor dos REIS que sempre nos UNIU. Por isso estamos aqui, hoje, REUNIDOS, pois somos frutos de uma mesma árvore chamada FAMÍLIA!

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O VIGILANTE ONLINE
Colaboração: Marcelo Reis.

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